domingo, fevereiro 12, 2006

Vómito

Lê-se na SIC online ( http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/) o resultado de uma entrevista a um tal padre Nuno Serras Pereira. As pérolas de estupidêz pura e dura são tantas, mas tantas, que até o estômago se revolta. Alguém que comente porque, a mim, só me apetece perguntar se não se pode exterminá-lo, antes de ir ali ao lado a correr vomitar pelo nojo que sinto ao ler tudo isto:


Nuno Serras Pereira considera que “a homossexualidade é uma doença”, passível de ser curada por uma terapia adequada. Em entrevista ao Independente, o padre que há um ano publicou um anúncio em que negava a comunhão a quem usasse métodos contraceptivos não naturais, acrescentou que julga o aborto mais grave do que o abuso sexual de crianças.

“Nem sequer há homossexuais. Há pessoas que padecem de inclinações homossexuais. (…) É preciso levá-los a descobrir a verdadeira identidade. Há muitos testemunhos de homossexuais recuperados”, defende Nuno Serras Pereira na entrevista publicada hoje.


Para o padre franciscano, a homossexualidade é uma “neurose relacionada com um complexo de inferioridade”, que pode ser tratada com terapia. A isto, acrescenta que os homossexuais são mais propensos ao crime, nomeadamente, à pedofilia.

Na mesma entrevista, Nuno Serras Pereira comenta a questão do aborto, afirmando que “matar uma criança é mais grave do que abusar dela”.

Quanto à utilização de alguns métodos de prevenção da gravidez, o padre não tem dúvidas: “Se quem usa esses métodos (dispositivo intra-uterino, pílula do dia seguinte) tem consciência de que a sua utilização pode matar um ser vivo na fase embrionária, está a cometer um homicídio”, defende.

O sacerdote fala ainda da distribuição de preservativos nas escolas secundárias e aponta o dedo à ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues. “Promover a utilização do preservativo é de uma enorme irresponsabilidade”.

Nuno Serras Pereira considera, aliás, que as aulas de Educação Sexual e a existência de gabinetes de atendimento só vão servir para perverter os alunos. “Qualquer relação sexual que não seja dirigida à procriação é uma perversão”, justifica.

E é a gente (?) desta que a ICAR pretende entregar a formação espiritual de crianças e jovens? É esta a orientação de fé que é louvada e estimulada ? A única justificação que me ocorre para tanta boçalidade é que este, quando era pequenito, bateu com a cabeça na pedra baptismal quando lhe molharam o cocoruto, ai bateu bateu!





my pet!


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