domingo, julho 30, 2006

Resumo

E ao sexto dia de dieta, foi assim:
Pequeno-almoço: Café com adoçante
Almoço: salada com cogumelos e azeitonas, uma taça de ananás
Lanche: café com adoçante e uma pêra
Jantar: Sopa de cenoura, salada de alface e milho com três pastelitos de bacalhau e melancia
Ceia: Carradas de melancia
Conclusão: Se alguém se ATREVER a mencionar um bife com batatas fritas e um ovo a cavalo (com quilos de mayonnaise para molhar as batatinhas e rios de molho para molhar o pãozinho)...

EU MORDO!

Penso eu de que...



Ok... Estilos de vida alternativos, S&M, BDSM... Ok. Dommes e subs... Ok, até que entendo. Andar com a sub à trela... tá bem, ok, quem gosta faz. Mas... Digo eu... Isto assim não será já um bocadito a mais, não?

sexta-feira, julho 14, 2006

No País das Fadas

Jornal de Notícias de hoje:

"CAVACO SILVA TERMINA JORNADAS EM DEFESA DA FAMÍLIA TRADICIONAL

(...) Disse que as famílias monoparentais são um risco duplicado de pobreza para as crianças, de 14% para 30%. Que, "para além da felicidade do homem e da mulher, há o filho, a filha (...)".

Diário de Notícias de hoje:

"CAVACO APELA A CUIDADOS NO DIVÓRCIO

(...) No balanço que fez a estes dois dias, passados nos distritos do Porto e de Aveiro, dedicados às crianças em risco e às mulheres maltratadas, o PR fez ainda um pedido para que a violência doméstica seja denunciada. "Apelo a que não se silencie, como aconteceu no passado, estas situações de agressão doméstica (...)". "(...)E a denúncia cabe a todos: "Não olhem para o Estado, esperando que ele faça tudo", afirmou o Chefe de Estado. Até porque "as instituições desenvolvem geralmente um trabalho mais humano, mais próximo, mais eficiente nas respostas que dão aos problemas da sociedade(...)".

Permitam-me bloguistas e leitores, uma tradução livre:

"... as famílias monoparentais são um risco acrescido de pobreza para as crianças..." - O meu processo de divórcio entrou no Tribunal de Família e Menores em 2003. Fiquei divorciada em 2006, após uma primeira decisão que não encountrou motivos suficientes para um divórcio e um apelo ao Tribunal da Relação, que os encontrou, miraculosamente, onde a primeira juíza não os viu. A minha filha, de 6 anos, tem pensão de alimentos (do pai) desde há 3 meses. Eu não trabalho (para quem não sabe, sou práticamente surda, o que é incompatível com a profissão que exercia), e estou à espera que a minha pensão de alimentos seja decidida, pelo mesmo Tribunal de Família e Menores, HÁ TRÊS ANOS.

"(...) um pedido para que a violência doméstica seja denunciada. "Apelo a que não se silencie, como aconteceu no passado, estas situações de agressão doméstica (...) - Fui agredida, na minha casa, tendo de ser transportada de ambulância para o hospital, para tratamento, onde regressei no dia seguinte para tratar um dedo partido não detectado na véspera. A minha filha (com três anos) assistiu à agressão. Ficou ao cuidado de estranhos, enquanto eu recebia tratamento. Apresentei queixa no DIAP, indiquei as testemunhas e os nomes dos agressores.

O principal agressor ainda não prestou depoimento porque, apesar de se deslocar todos os dias à mesma cidade onde o deve fazer, tem residência a... cerca de 1o quilómetros. Razão invocada: não se pode deslocar.

A principal testemunha reside, há anos, a 2 metros da minha casa. Vejo-a todos os dias - mas o DIAP não a consegue encontrar.

O processo já vai em mais de dois anos. O resultado que prevejo? A prescrição...

Por tudo isto, e comtodo o respeito, senhor Presidente da República (sim, da MINHA República): Faça o favor de esclarecer a que País se referia, nestas entrevistas. Ao meu País não era, concerteza. Talvez ao País das Fadas onde tudo é perfeito e a Justiça realmente funciona? Quem sabe...

quinta-feira, julho 13, 2006

Pronto...


... perdi a cabeça e desatei os cordões à bolsa! À segunda é de vez e, em Outubro, vou estar com a pitorra (que vê o vídeo do espectáculo vezes sem conta e já quase o sabe de cór) no Coliseu dos Recreios a ouvir estes miar e miar muito bem! O pior foi o preço... Passou os 100 euros, mas uma vez não são vezes (isto é assim como se fosse uma espécie de mantra que eu repito, constantemente, para aliviar a consciência e não entrar em pânico quando penso "cento e tal euros para ver os gatos... cento e tal euros...").
(em letras pequeninas para não assustar... Lá vou eu andar outra vez não sei quantos meses só com um par de sapatos... Pronto, é a vida...)

quarta-feira, julho 12, 2006

Tá calor, nun tá?


Hoje senti-me assim...

domingo, julho 09, 2006






VI
VA ITALIA!!!

Cristã sim, católica, nunca!

Lê-se no Diário Digital* de hoje:

"Papa defende casamento «indissolúvel» e família tradicional

O papa Bento XVI afirmou hoje que «reconhecer e ajudar» o casamento «indissolúvel» entre um homem e uma mulher é um dos maiores serviços que se pode prestar ao bem comum e ao «verdadeiro» desenvolvimento das sociedades. "

Vem este senhor, do alto dos seus sapatinhos vermelhos de design exclusivo, um homem que não faz a mínima idéia do que seja viver em família, criar filhos, esticar o ordenado para que todos comam, estudem, se vistam, etc... Um solteiro, que não sabe o que é fazer das tripas coração para calar a revolta que, tantas vezes, grita para sair quando se é humilhado, espancado, diminuído, espezinhado por quem se escolheu, um dia, com o intuito de partilhar toda uma vida... Um homem, enfim, que não conhece a enormidade de sentimentos (ou falta deles...) que pode estar contida num simples olhar entre marido e mulher, exigir que o casamento seja equiparado a uma qualquer sentença perpétua de trabalhos forçados e clausura??? Exigir que duas pessoas, criadas livres e detentoras de livre escolha (sim, criadas livres pelo mesmo Deus que este senhor diz adorar e respeitar) se mantenham acorrentadas durante toda uma vida, com ou sem ódio e ressentimento, com ou sem violência ou humilhação, com ou sem AMOR, só porque um dia amaram e acreditaram serem amados mútuamente?

Acredito no livre arbítrio, no respeito mútuo, no combate diário, constante, para que uma relação a dois funcione. Acredito na luta para que o amor se mantenha vivo - mas não acredito que nada disto se possa forçar sobre ninguém. E acredito, sobretudo, que o Deus verdadeiro, único, quer a felicidade e o bem estar das criaturas que criou - e por isso lhes deu a capacidade de escolherem qual o caminho para alcançar tal estado de feliz perfeição. Sem correntes. Sem dogmas. Sem imposições nascidas da ignorância e do totalitarismo celibatário.

Sou cristã, a minha fé (apesar de tudo) está, ainda, intacta. Não sou hipócrita, nem demagógica, nem creio na obediência cega ou na infalibilidade deste ou daquele, com ou sem chapelinho branco e sapatinhos vermelhos.

Cristã convicta. Católica, nunca!

* http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=235480

segunda-feira, julho 03, 2006

Mundial 2006






my pet!


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